Poema Dia dos professores : Professor, você faz história

Oii, como amanhã é dia dos professores , não podia deixar essa bela data passar em branco!



Professor, você faz a história



Em cada projeto  arquitetônico,

vejo o primeiro traço impresso no coração do arquiteto.

O arquiteto é obra sua, professor!

Em cada casa construída,
vejo o alicerce que está por trás do engenheiro.
O engenheiro é obra sua, professor!

Em cada correto julgamento,
vejo o senso de justiça implantado na consciência do juiz.O juiz é obra sua, professor!

Em cada causa defendida
vejo a tramitação do processo
e todo caminho percorrido para tornar esse defensor
um verdadeiro advogado.
O  advogado, é obra sua, professor!

Em  cada  paciente  bem atendido,
vejo na face do médico,
a abnegação e a doação de vida a ele dedicado.
O médico é obra sua, professor !

Em cada animal que recebe cuidados especiais,
vejo nas mãos do veterinário
a marca do afeto recebido de você um dia.
O veterinário é obra sua, professor!

Em cada aula ministrada,
vejo no semblante do mestre,
o reflexo da sua imagem
com toda bagagem e experiência  doada.
O mestre é obra sua , professor !

Portanto hoje,
não  se comemora  apenas o dia de um profissional,
mas comemora-se a esperança, o desenvolvimento.
Porque  se trata da célula  que emana  vida
e origina  toda e qualquer profissão.

Parabéns, professor!
Você  pode não ser reconhecido.
Mas por você, 
passam todo o progresso e grandeza cultural do país.

OBRIGADA, PROFESSOR!!!
Elimary Matias Rodrigues


Parabéns a todos os professores do Brasil, e do mundo....



Beijinhos e até a próxima



Snowhite J.

Divulgação Editora Andross : EVENTO LITERÁRIO GRATUITO SOBRE MERCADO EDITORIAL

EVENTO LITERÁRIO GRATUITO SOBRE MERCADO EDITORIAL

Terceira edição do Livros em Pauta – Encontro de Leitores com Escritores e Outros Profissionais do Livro acontece dia 19 de 
outubro de 2013





Direitos autorais, crítica literária, marketing do livro, agenciamento literário, crowdfunding, divulgação, lançamentos... Estas e outras etapas da produção editorial serão apresentadas e debatidas na terceira edição do Livros em Pauta – Encontro de Leitores com Escritores e Outros Profissionais do Livro, que acontece em São Paulo no próximo sábado, dia 19 de outubro, na Faculdade Estácio – Campus Jabaquara.
As palestras, debates e mesas-redondas com profissionais ligados à indústria do livro são gratuitas e acontecem em sete salas (com entre 50 e 80 lugares) e um auditório (com 180 lugares). Não há necessidade de senhas para participação. Mas é preciso fica atento à lotação das salas (veja programação abaixo).
Paralelamente às palestras nas salas e auditório, haverá uma feira de livros a preços populares no saguão da faculdade, com a presença de vários autores. “O Livros em Pauta nasceu para difundir não só a produção literária, mas também o hábito da leitura. Teremos livros que custarão a partir de R$ 4,90”, explica o criador e organizador do evento, o escritor Edson Rossatto. A expectativa da organização é receber cerca de 1100 pessoas, entre leitores, escritores amadores e outros profissionais do livro.



Outras atrações incluem um plantão de tira-dúvidas sobre o mercado editorial, networking de profissionais do livro e o encontro aberto do grupo Traçando Livros, que se reúne mensalmente para discutir uma obra previamente escolhida. Para o evento, o livro será “Fahrenheit 451?, de Ray Bradbury.  Mas o organizador chama a atenção para uma atividade em especial. "Na atividade pitching, o escritor que tiver uma história na gaveta esperando para ser publicada poderá ter esse seu sonho realizado. Colocaremos escritor e editor numa mesma sala para discutirem sobre a trama. Se o escritor conseguir convencer o editor de que sua história é boa mesmo, o autor poderá sair do evento com seu livro já engatilhado para publicação", explica Rossatto.



PROGRAMAÇÃO

19 de outubro de 2013 (Sábado)

Todas as atividades fornecerão certificado 10:30 até 12:30 
  
11:00 até 12:30 

 
 13:00 até 15:00
 
  
15:30 até 17:30
 
  
15:30 até 19:00
 
  
17:30 até 19:00
 


LIVROS EM PAUTA (3ª EDIÇÃO) – ENCONTRO DE LEITORES COM ESCRITORES E OUTROS PROFISSIONAIS DO LIVRO

Data:19 de outubro de 2013

Horário: das 10h às 20h

Entrada: Gratuita

Local: Faculdade Estácio UniRadial (Campus Jabaquara) Av Jabaquara, 1870 Saúde – São Paulo – SP (a apenas dois quarteirões da estação Saúde do metrô)

Informações: (11) 96731-6191 (11) 98217-619 www.livrosempauta.com.br www.livrosempauta.com.br

Organização: Edson Rossatto

PatrocínioAndross Editora, Viena Gráfica e Editora, Facúldade Estácio UniRadial, Weduction

Apoio: Livrus Editora, Rafael Victor

MAIS INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA:
Cesar Mancini
 (11) 96731-6191
 (11) 98217-6191
 (11) 2943-7687
 editor@andross.com.br




Como eu moro no interior de São Paulo, fica meio longe pra ir nesse evento. 
É claro que eu adoraria, mas infelizmente não poderei ir esse ano, Quem sabe o ano que vem né? Se tiver é claro!
Mas fiquei morrendo de vontade de ir.
Então gente, vão e aproveite por mim.





Beijinhus e até a próxima....



Snowhite J.

As crônicas de Kane - #1 A Pirâmide Vermelha (Rick Riodan)

Oi... vamos a mais uma resenha.... 


(Gostei da capa)

~> Nome: A Pirâmide Vermelha
~>  Autor(a): Rick Riordan
~> Série: As crônicas de Kane
~> Editora: Instrínseca
~> ISBN: 978- 85- 98078- 97- 7
~> Págs: 445
~> Onde comprar :  Saraiva / Submarino


Sinopse:
Desde a morte da mãe, seis anos atrás, Carter Kane tem viajado o mundo com o pai, o brilhante egiptólogo Dr. Julius Kane. Ele não frequenta a escola e seus pentences cabem em uma única mala. Enquanto isso, Sadie, sua irmã mais nova, é criada pelos avós em Londres. Ela tem tudo o que Carter queria: casa, amigos e a chance de levar uma vida  "norma".
E ele tem tudo o que ela mais deseja: o convívio com o pai. Depois de tanto tempo separados, os irmãos não tinham praticamente mais nada em comum. Até agora.
Na noite de Natal, Sadie e Carter estão juntos quando o pai os leva a uma visita ao British Museum, com uma estranha promessa: ele afirma que fará com que tudo volte a ser como antes.
O plano, porém, não ocorre como o esperado, e os irmãos acabam assistindo ao momento em que Dr. Julius Kane evoca um personagem misterioso, que num relance desaparece com o egiptólogo e provoca uma explosão magnifica.
Abatidos pelo sumiço do pai, Carter e Sadie fazem uma descoberta ainda mais surpreendente: Os deuses do Egito!



Os personagens


Depois que li primeiro os livros do Percy Jackson, descobri essa série, fiquei curiosa para ler, adorei a história, emoção e aventura são encontradas neste livro.

Ficha Técnica:

Carter Kane                                                                                                     Sadie Kane




















Beijinhus e até a próxima...


Snowhite J.

Poema / Data Comemorativa : Poema a Nossa Senhora Aparecida ( Alberto Padovan )

Oi, como falei agora a pouco, amanhã é Dia das Crianças , mas também não pode se esquecer que é Dia da Nossa Senhora Aparecida também,  considerada protetora do Brasil!
E é claro que eu vou postar sobre ela!
Ele vai ficar um pouquinho grande, mas vale a pena ler!
Para começar então...

Poema a Nossa Senhora Aparecida ( Alberto Padovan )


E agora eu vou falar sobre a história dela!

Uma rosa de ouro para a Virgem

Em 1967, ano da comemoração do jubileu dos 250 anos do aparecimento da imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, o Papa Paulo VI ofertou ao Santuário Nacional da Padroeira do Brasil uma Rosa de Ouro. A entrega desta importante honraria aconteceu na manhã do dia 15 de agosto daquele mesmo ano, com a presença de diversas autoridades civis e religiosas, entre elas o presidente Artur da Costa e Silva. 

Atualmente, a Rosa de Ouro encontra-se exposta na Exposição Rainha do Céu, Mãe dos Homens: Aparecida do Brasil no Museu Nossa Senhora Aparecida, no 1º andar da Torre Brasília.

O que é uma Rosa de Ouro?

Os sumos pontífices costumavam oferecer como presente uma Rosa de Ouro, em sinal de particular estima e para distinguir eminentes personalidades que prestavam relevantes serviços à Igreja, ou para honrar cidades, ou ainda para realçar Santuários insignes, como centro de grande devoção. Essa Rosa era artisticamente elaborada segundo o estilo da época.

Descrição histórica da Imagem de Nossa Senhora Aparecida
A Imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, foi encontrada no rio Paraíba na segunda quinzena de outubro de 1717, é de terracota, isto é, argila que, depois de modelada, é cozida em forno apropriado, medindo 40 centímetros de altura. 

Hipoteticamente, ela teria, originalmente, uma policromia, como era costume na época, mas não há documentos que comprovem. Quando foi pescada, o corpo estava separado da cabeça e, muito provavelmente, sem a policromia original, devido aos anos em que esteve mergulhada nas águas e no lodo do rio.

A cor acanelada com que, hoje, é conhecida ,deve-se ao fato de ter sido exposta, durante anos, ao picumã das chamas das velas e dos candeeiros. Seu estilo é seiscentista, como atestam alguns especialistas que a estudaram.

Entre os que confirmam ser a Imagem do Século XVII estão o Dr. Pedro de Oliveira Ribeiro Neto, os monges beneditinos do mosteiro de São Salvador, na Bahia, Dom Clemente da Silva Nigra e Dom Paulo Lachenmayer.

Finalmente, em 1978, após o atentado que a reduzira em quase duzentos fragmentos, foi encaminhada ao Prof. Pietro Maria Bardi – na época diretor do Museu de Arte de São Paulo – que a examinou, juntamente com o Dr. João Marinho, colecionador de imagens brasileiras.

Foi totalmente reconstituída pela artista plástica Maria Helena Chartuni, na época, restauradora do Museu de Arte de São Paulo. Ainda conforme estudos dos peritos mencionados, a Imagem foi moldada com argila paulista, da região de Santana do Parnaíba, situada na Grande São Paulo. 

O mais difícil foi determinar o autor da pequena imagem, pois não está assinada ou datada. Assim, após um estudo comparativo, os peritos chegaram à conclusão de que se tratava de um escultor, discípulo do monge beneditino Frei Agostinho da Piedade, e também seu colega de Ordem, Frei Agostinho de Jesus.

Caracterizam seu estilo: forma sorridente dos lábios, queixo encastoado, tendo, no centro, uma covinha; penteado, flores em relevo, nos cabelos, broche de três pérolas na testa e porte empinado para trás.

Todos estes detalhes se encontram na Imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, e, por isso, concluíram os peritos, Dom Clemenente da Silva Nigra e Dom Paulo Lachenmayer, que a Imagem foi esculpida pelo monge beneditino Frei Agostinho de Jesus.

Coroa e Manto

A partir de 8 de setembro de 1904, quando foi coroada, a imagem passou a usar, oficialmente, a coroa ofertada pela Princesa Isabel, em 1884, bem como o manto azul-marinho.

Nossa Senhora da Imaculada Conceição Aparecida
A história de Nossa Senhora da Conceição Aparecida tem seu início pelos meados de 1717, quando chegou a notícia de que o Conde de Assumar, D.Pedro de Almeida e Portugal , Governador da Província de São Paulo e Minas Gerais, iria passar pela Vila de Guaratinguetá, a caminho de Vila Rica, hoje cidade de Ouro Preto - MG.

Convocado pela Câmara de Guaratinguetá, os pescadores Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves saíram a procura de peixes no Rio Paraíba. Desceram o rio e nada conseguiram. Depois de muitas tentativas sem sucesso, chegaram ao Porto Itaguaçu.

João Alves lançou a rede nas águas e apanhou o corpo de uma imagem de Nossa Senhora da Conceição sem a cabeça. Lançou novamente a rede e apanhou a cabeça da mesma imagem. Daí em diante os peixes chegaram em abundância para os três humildes pescadores.

Durante 15 anos seguidos, a imagem ficou com a família de Felipe Pedroso, que a levou para casa, onde as pessoas da vizinhança se reuniam para rezar. A devoção foi crescendo no meio do povo e muitas graças foram alcançadas por aqueles que rezavam diante a imagem.

A fama dos poderes extraordinários de Nossa Senhora foi se espalhando pelas regiões do Brasil. A família construiu um oratório, que logo tornou-se pequeno. Por volta de 1734, o Vigário de Guaratinguetá construiu uma Capela no alto do Morro dos Coqueiros, aberta à visitação pública em 26 de julho de 1745. Mas o número de fiéis aumentava, e, em 1834 foi iniciada a construção de uma igreja maior (atual Basílica Velha).
No ano de 1894, chegou a Aparecida um grupo de padres e irmãos da Congregação dos Missionários Redentoristas, para trabalhar no atendimento aos romeiros que acorriam aos pés da Virgem Maria para rezar com a Senhora "Aparecida" das águas.

A 8 de setembro de 1904, a Imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi coroada, solenemente, por D. José Camargo Barros. No dia 29 de Abril de 1908, a igreja recebeu o título de Basílica Menor.

Vinte anos depois, a 17 de dezembro de 1928, a vila que se formara ao redor da igreja no alto do Morro dos Coqueiros tornou-se Município. E, em 1929, nossa Senhora foi proclamada RAINHA DO BRASIL E SUA PADROEIRA OFICIAL, por determinação do Papa Pio XI.
Com o passar do tempo, a devoção a Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi crescendo e o número de romeiros foi aumentando cada vez mais. A primeira Basílica tornou-se pequena.

Era necessário a construção de outro templo, bem maior, que pudesse acomodar tantos romeiros. Por iniciativa dos missionários Redentoristas e dos Senhores Bispos, teve início em 11 de Novembro de 1955 a construção de uma outra igreja, atual Basílica Nova.

Em 1980, ainda em construção, foi consagrada pelo Papa João Paulo ll e recebeu o título de Basílica Menor. Em 1984, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) declarou oficialmente a Basílica de Aparecida:Santuário Nacional; "maior Santuário Mariano do mundo".

O Padre Francisco da Silveira, que escreveu a crônica de uma Missão realizada em Aparecida em 1748, qualificou a imagem da Virgem Aparecida como “famosa pelos muitos milagres realizados”. E acrescentava que numerosos eram os peregrinos que vinham de longas distâncias para agradecer os favores recebidos. Mencionamos aqui três grandes prodígios ocorridos por intercessão de Nossa Senhora Aparecida. 

O primeiro prodígio, sem dúvida alguma, foi a pesca abundante que se seguiu ao encontro da imagem. Não há outras referências sobre o fato a não ser aquela da narrativa do achado da imagem: “E, continuando a pescaria, não tendo até então pego peixe algum, dali por diante foi tão abundante a pesca, que receosos de naufragarem pelo muito peixe que tinham nas canoas, os pescadores se retiraram as suas casas, admirados com o que ocorrera.” 

Entretanto, o mais simbólico e rico de significativo, sem dúvida, foi o milagre das velas pela sua íntima relação com a fé. Aconteceu no primitivo oratório do Itaguaçu, quando o povo se encontrava em oração diante da imagem. 

Numa noite, durante a reza do terço, as velas apagaram-se repentinamente e sem motivo, pois não ventava na ocasião. Houve espanto entre os devotos e, quando Silvana da Rocha procurou acendê-las novamente, elas se acenderam por si, prodigiosamente. 

Significativo também é o prodígio das correntes que se soltaram das mãos de um escravo, quando este implorava a proteção da Senhora Aparecida. Existem muitas versões orais sobre o fato. Algumas são ricas em pormenores. O primeiro a mencioná-lo por escrito foi o Padre Claro Francisco de Vasconcelos, em 1828.

A pesca milagrosa
A Câmara Administrativa de Guaratinguetá decidiu e pronto. A época não era favorável à pescaria mas os pescadores que se virassem. O Conde tinha que provar do peixe do rio Paraíba.

E a convocação foi lida em toda a redondeza. João Alves, Domingos Garcia e Felipe Pedroso, moradores de Itaguaçu, pegaram seus barcos, suas redes e se lançaram na difícil tarefa. Remaram a noite toda sem nada pescar.

No Porto de Itaguaçu, lançaram mais uma vez as redes. João Alves sentiu que a sua rede pesava. Serão peixes? Puxou-a. Não. Não eram peixes. Era o corpo de uma imagem. Mas ... e a cabeça, onde estava? Guardou o achado no fundo do barco. Continuaram tentando achar peixes.

De repente, na rede do mesmo pescador, uma cabeça enegrecida de imagem. João Alves pegou o corpo do fundo do barco e aproximou-o da cabeça. Justinhos. Aquilo só podia ser milagre. Benzeram-se e enrolaram os pedaços num pano. Continuaram a pescaria. Agora os peixes sabiam direitinho o endereço de suas redes. E foram tantos que temeram pela fragilidade dos barcos...

O milagre das velas
Depois que chegaram da pescaria onde encontraram a Senhora, Felipe Pedroso levou a imagem para sua casa conservando-a durante 5 anos.

Quando de sua mudança para o bairro da Ponte Alta deu a imagem a seu filho Athanásio Pedroso que morava no Porto de Itaguaçu bem perto de onde seu pai Felipe Pedroso, João Alves e Domingos Garcia haviam encontrado a imagem.

Athanásio fez um altar de madeira e colocou a Imagem Milagrosa da Senhora Aparecida. Aos sábados seus vizinhos se reuniam para rezar um terço em sua devoção. Em certa ocasião, ao rezar o terço, 2 velas se apagaram no altar de Nossa Senhora, o que era muito estranho, pois aquela noite estava muito calma e não havia motivo para o acontecimento.

Silvana da Rocha, que no dia acompanhava o terço, quiz acender as velas, porém, as mesmas se acenderam sem que ninguém as tocasse, como um perfeito milagre. Desta data em diante a Imagem Milagrosa de Nossa Senhora Aparecida deixou de pertencer à família de Felipe Pedroso para ficar pertencendo a todos nós, devotos da Santa Milagrosa.

Romeiros de Nossa Senhora Aparecida

Dos milhões de romeiros que visitam o Santuário Nacional de Aparecida, muitos são portadores de angústia, outros tantos, da esperança. Esperança de cura, de emprego, de melhores dias, de paz. 

Eles chegam de ônibus, de carro, de trem (em tempo passado), de moto, de bicicleta, a cavalo e a pé. São pobres e ricos; são cultos e ignorantes; são homens públicos e cidadãos comuns. Aqui estiveram o Papa, príncipes, princesas, presidentes, poetas, padres, bispos, prioras, patrões e empregados. Vieram os pescadores.

Muitos cumprem um ritual que começou com seus avós e persiste até hoje. Outros vêm pela primeira vez. Ficam perplexos diante do tamanho do Santuário e de sua beleza. A Imagem os extasia. 

A fé traz o romeiro a Aparecida leva-o a comportamentos de pincéis famosos, câmaras e versos imortais. Olhos que buscam, vasculham ou se fecham para ler as mensagens secretas que trazem na alma. Lábios que balbuciam ave-marias, atropeladas pela pressa das muitas intenções.

Mãos que seguram as contas do rosário, a vela, o retrato, as flores, o chapéu. Joelho que se dobram e se arrastam, em atitude de total despojamento. Pés cansados pela procura de suas certezas. Coração nas mãos em forma de oferenda. Na alma, profundo senso do sagrado.

O chão que pisam, a porta que transpõem, as pessoas que aqui residem, tudo tem para eles significado transcendente. Este é o romeiro de Nossa Senhora Aparecida. Alma pura, simples, do devoto que acredita, que se entrega à proteção dos céus, sem dúvidas ou restrições.

Consagração 50 Anos
Ela teve início dia 31 de maio de 1955, uma terça-feira.

Começou assim:
O Padre Laurindo Häuber, redentorista que trabalhava na Rádio Aparecida, teve uma idéia: Comprou um livro, que chamou de Livro de Ouro, e disse na Rádio que quem quisesse consagrar-se a Nossa Senhora Aparecida, era só escrever para a Rádio que ele anunciava o nome, às 15 horas, e lia a oração da Consagração. Ele ia fazer isso na 3ª, na 5ª e no sábado.

E Padre Laurindo começou então esse programa. Como que ele fazia:
Lia os nomes, dava uma pequena mensagem, lia a oração da Consagração que estava no Manual do Devoto, um livrinho de orações editado pela Editora Santuário em 1904, e em seguida dava a bênção.

Meses depois, o número de nomes enviados aumentou tanto que ele parou de lê-los, deixando de lado o Livro de Ouro. Dali para frente, todos os ouvintes da Consagração passaram a ser consagrados a Nossa Senhora. E assim a Consagração a Nossa Senhora Aparecida adquiriu a mesma forma de celebração e o mesmo feitio que tem hoje.

Inclusive a música de abertura, Roga por nós ó Mãe tão Pia, foi escolhida pelo Padre Laurindo. Um ano depois, em 1956, o Padre Laurindo foi transferido para São Paulo, a fim de trabalhar na Rádio Nove de Julho. Os padres Vítor Coelho de Almeida e Rubem Leme Galvão continuaram fazendo a Consagração. Agora, a semana toda: O Padre Vítor Coelho fazia na 3ª, na 5ª e no sábado, e o Padre Galvão fazia na 2ª, na 4ª e na 6ª feira.

No ano seguinte, o Padre Vítor Coelho assumiu sozinho a Consagração e passou a fazê-la não mais no estúdio da Rádio, mas no Altar Mor da Basílica. Ela deixou então de ser um simples programa de rádio e se tornou uma celebração paralitúrgica no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, como a Hora Mariana, a Novena Perpétua etc.

Padre Vítor a fez durante 31 anos, até a véspera de sua morte, que aconteceu dia 21 de julho de 1987. Em 1988, o Padre César Moreira, então Diretor da Rádio Aparecida, determinou que a Consagração fosse feita também aos Domingos. Após o falecimento do Padre Vítor Coelho, o Padre Alberto Pasquoto assumiu a Consagração, e a fez até o início de 1989.

Em 1989, o Padre Agostinho Frasson a assumiu e fez até 1991. Nos anos 1992 e 1993, quem dirigiu a Consagração foi o Padre Afonso Paschote. Em 1994, o Padre Frasson a assumiu novamente e a fez até 1996. O Padre Antônio Queiroz a assumiu dia 11/01/97, um sábado, sendo que nos seus dias de folga quem fazia era o Padre Silvério Negri. Após o falecimento do Padre Negri, ocorrido dia 28/08/03, nos dias de folga do Padre Queiroz a Consagração entra na escala normal dos trabalhos pastorais da Basílica.

Esta é, resumidamente, a história da Consagração, que dia 31 deste mês completará 50 anos de existência. Em todos esses anos, repito, o modo de fazer a Consagração não mudou, continuando aquele iniciado pelo Padre Laurindo. Desde o início, várias emissoras de rádio começaram a entrar em cadeia com a Rádio Aparecida, às 15 horas, para transmitir a Consagração.

Assim, a Consagração a Nossa Senhora Aparecida abriu caminho para que se formassem redes de Rádio para transmissão de programas religiosos. A UNDA BRASIL (Unda é uma palavra latina que significa onda. É um organismo internacional da Igreja, ligado à comunicação pelo Rádio) promoveu a união dessas redes e criou a Rede Católica de Rádio, que hoje é como uma grande constelação, iluminando todo o céu do Brasil.

Agora, celebrando o cinqüentenário da Consagração, nós queremos agradecer a Deus. Não queremos ser como aqueles nove leprosos curados, que não agradeceram a Deus a sua cura. É interessante que Jesus disse para aquele que voltou: “Não foram dez os curados? E os outros nove, onde estão? Não houve quem voltasse para dar glória a Deus, a não ser este estrangeiro? E disse-lhe: Levanta-te e vai! Tua fé te salvou” (Lc 17,17-19).

Jesus fala de dar glória a Deus Pai. De fato, Deus Pai é a origem de tudo. Tudo nos vem dele, pelo Filho, no Espírito Santo. Na Consagração a Maria, ela é a intercessora. Por isso agradecemos a ela também. Então, neste Jubileu nós agradecemos a Deus todas as graças que ele concedeu ao povo brasileiro, e a nós, nesses 50 anos.

Concedeu e esperamos que continue concedendo, porque, como diz aquela oração que vem da Igreja Primitiva, jamais se ouviu dizer que algum daqueles que tem recorrido à proteção de Maria e implorado o seu auxílio, fosse por ela desamparado. Nós cristãos fomos consagrados definitivamente a Deus no dia do nosso batismo.

A Consagração a Nossa Senhora, que fazemos todos os dias, é uma entrega de nós mesmos a ela, como um filho ou filha que se joga nos braços da Mãe, para que ela cuide de nós, fazendo-nos felizes e bons discípulos de Jesus.


Pe. Antonio Queiroz dos Santos, C.Ss.R.
Fonte: http://www.santuarionacional.com



Eu sei que ficou grande, mas vale a pena ler!

Obrigada..
Beijinhus e até a próxima!



Snowhite J.


Poemas / Datas comemorativas: DIA DAS CRIANÇAS " Magia infantil " ( Rosana Pinheiro dos Santos )

Oi... 
Amanhã é feriado, Dia de Nossa Senhora Aparecida e Dia das Crianças, 
Não sei vocês, mas para mim sempre haverá uma criança dentro de cada ser humano, por mais que tente esconder!
E resolvi postar esse poema , que achei lindo!

Magia Infantil

( Muito fofa essa menininha )


Nas mãos das crianças o mundo vira um conto de fadas,
 porque na inocência do sorriso infantil,
 tudo é possível, menos a maldade.
 Crianças são anjos,
 são pedaços de Deus que caíram do céu para nos trazer a luz viva que há de fazer ressuscitar a verdade que vive escondida em cada um. 
 De braços abertos a criança não cultiva inimigos, sua tristeza é momentânea.
 De olhos abertos a criança não enxerga o feio, o diferente, apenas aceita o modo de ser de cada um que lhe dirige o caminho.
 De ouvidos atentos a criança gosta de ouvir tudo como se os sons se misturassem formando uma doce vitamina de vozes, vozes que ela pode imitar, se inspirar para crescer.
 Questionando, brincando, a criança está sempre evoluindo, achando esse mundo um Paraíso,
 mas a criança sabe no seu interior o que é o amor e quer sugá-lo como se fosse seu único alimento,
 não lhe dê uma mamadeira de ódio, pois com certeza sua contaminação seria fatal e inesquecível.
 Criança me lembra: cor, amor, arco-íris, rosas, doce de brigadeiro, 
 tintas das cores: vermelha, laranja, azul, amarelo; me lembra cachoeira, pássaros, dia de festa.
 Ser criança é estar de bem com a vida, 
 é ter toda a energia do Universo em si.
 Feliz Dia DAs Crianças!






Autora: Rosana Pinehiros dos Santos
Poema retirado do site: 


Um ótimo feriado para vocês...
Beijinhus e até a próxima...

E um Feliz Dias das Crianças!


Snowhite J.





Amazon

Amazon